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27

de
outubro

Hip Hop

O black-music vem cada vez mais crescendo no mundo, dentro dele o Hip-Hop é o mais forte . A maioria das letras de hip-hop são fortes e faladas bem rápidas .Tem uma batida em quase todas as musicas e nos E.U.A os grandes rappers como 50 cent, snoop-dog , eminem, ganham milhões por ano, que com isso falam nas letras que são fo… os reis-da-cocada-preta.

Historia

O Hip-Hop emergiu nos EUA , no final da década de 60, nos subúrbios negros e latinos de Nova Iorque (Bronx , Harlem , Brooklyn). Estes subúrbios, verdadeiros guetos, enfrentaram todo tipo de problemas: pobreza , violência , racismo , tráfico , carências de infra-estrutura, de educação, etc. Os jovens encontravam na rua o único espaço de lazer, e geralmente entravam num sistema de gangues (quem fazia parte de alguma das gangues , ou quem estava de fora, sempre conhecia os territórios e as regras impostas por elas), as quais se confrontavam de maneira violenta na luta pelo domínio territorial.

Esses bairros eram essencialmente habitados por migrantes latinos, vindos principalmente da Jamaica, por lá existiam festas de rua com equipamentos sonoros muito possantes que eram chamados de Sound System e em alguns lugares com carros de som chamados de "sound systems of a car" (carros equipados com equipamentos de som, parecidos com trios elétricos). O Sound System foi levado para o Bronx em Nova Iorque pelo DJ Kool Herc, que com 12 anos migrou para os Estados Unidos com sua família, iludidos pelo American way of life , junto Herc levou o Toast (Modo de se cantar bem parecido com o RAP, com levadas bem fraseadas e rimas bem feitas, muitas das vezes bem politizadas e outras banais e sexuais)

Neste contexto nasciam diferentes manifestações artísticas de rua: música, dança, poesia e pintura. Os DJ’s Afrika Bambaataa , Kool Herc e Grand Master Flash, GrandWizard Theodore, GrandMixer DST (hoje DXT), Holywood e Pete Jones, entre outros, observaram e participaram destas expressões de rua, e começaram a organizar festas nas quais estas manifestações tinham espaço, assim nasceram as Block Parties.

Cada guangue encontra na arte uma forma de canalizar a violência a que viviam submersas, passam a freqüentar as festas e dançar B.Boy, competir com passos de dança e não mais com armas, essa foi a proposta de Afrika Bambaataa considerado hoje o padrinho da cultura Hip-Hop, o idelizador da junção dos elementos, criador do termo Hip-Hop e por anos e anos foi tido como "Master of records" (mestre dos discos), por sua vasta coleção de discos de vinil… DJ Hollywood foi um DJ de grande importância para o Hip-Hop, apesar de tocar ritmos mais Pops como a Discoteca, foi o primeiro a introduzir em suas festas MC´s que animavam com rimas e frases que deram inicio ao RAP. Os Mc’s que animavam as festas passaram a fazer discursos rimados sobre a comunidade, à festa e outros aspéctos da vida cotidiana. Taki 183, o grande mestre do Pixo fez uma revolução em Nova Iorque ao lançar suas Tags (assinaturas) por toda cidade, sendo noticiado até no New York Times da época… Depois dele vieram: Blade, Zephyr, Seen, Dondi, Futura 2000, Lady Pink, Phase 2, entre outros…

Em 12 de novembro de 1973 foi criada a Zulu Nation , cuja primeira sede estava situada no bairro do Bronx. A Zulu Nation é uma ONG que tem como objetivo acabar com os vários problemas dos jovens dos subúrbios e ainda tem a crença em alienígenas (ainda que, posteriormente, tenha adquirido caráter universal), especialmente com o problema da violência. Começaram a organizar “batalhas” não violentas entre gangues com um objetivo pacificador. As batalhas consistiam em uma competição artística (para ilustrar o ambiente hip-hop nos EUA na década de 80, recomendo o filme Wild Style, do diretor Charlie Ahearn, no qual aparecem grandes figuras de vital importância na construção do movimento, como o DJ Grand Master Flash), Beat Street, Style Wars (Graffiti), Fresh Kid B.boys e Scratch, documentários e filmes sobre a cultura Hip-Hop. Nascia assim o hip-hop, aglutinando os 4 elementos básicos:

1- DJ (disc-jockey): operador de discos, que faz bases e colagens rítmicas sobre as quais se articulam os outros elementos, hoje o DJ é considerado um músico, após a introdução dos scratches de GradMixer DST na música Rock it de Herbie Hancock, a qual faz parte da música, e não apenas um efeito, incremento ou Break da música. O Break-beat, é a criação de uma batida em cima de músicas já exitentes, uma especie de LOOP, seu criador DJ Kool Herc, desenvolveu esta técnica possibilitando B.Boys a dançarem e MC´s a cantarem… O Beat-Junkie, já é a criação de músicas pelos DJ nos toca-discos, com discos e músicas diferentes…

2- MC (master of cerimonies / Microphone Cheef): porta-voz que relata, através de articulações de rimas, os problemas, carências e experiências em geral dos guetos. Não só descreve, também lança mensagens de alerta e orientação, o MC tem como principal função animar uma festa e contribuir com as pessoas para se divertirem, muitos MC´s no início do Hip-Hop davam recados, mandavam cantadas e simplesmente animavam as festas com algumas rimas…

Nada será feito sem a interação dos 4 elementos do Hip-Hop… O RAP não será Rap se não houver Graffiti, o DJ não será DJ (de Hip-Hop) senão houver B.Boys dançando, e assim por diante segue toda a cultura, senão o Hip-Hop não é Hip-Hop, e sim RAP, Graffiti, Deejay e B.Boy…

3- B.Boy: O termo Break-dance não existe… Este termo foi criado pela midia pois não sabia destinguir os estilos de dança Locking, Popping e B.Boying… Ficando assim mais facil, criaram o termo Break-dance… Representantes da expressão corporal, da dança de rua em seus vários estilos (popping, locking, b.boy, etc)…

4- Grafitti : expressão plástica, pinturas geralmente feitas com Spray… Em muros, trens, etc.

18

de
outubro

Manda A ver!!

Aprenda a cantar um dos maiores sucessos do Red Hot Chili Peppers

Red Hot Chili Peppers - Otherside

Refrão:
How long, how long will I slide
Separate my side, I don’t
I don’t believe it’s bad
Slittin’ my throat
It’s all I ever

I heard your voice through a photograph
I thought it up it brought up the past
Once you know you can never go back
I’ve got to take it on the otherside

Centuries are what it meant to me
A cemetery where I marry the sea
Stranger things could never change my mind
I’ve got to take it on the otherside
Take it on the otherside
Take it on
Take it on

Refrão
How long, how long will I slide
Separate my side, I don’t
I don’t believe it’s bad
Slittin’ my throat
It’s all I ever

Pour my life into a paper cup
The ashtray’s full and I’m spillin’ my guts
She wants to know am I still a slut
I’ve got to take it on the otherside

Scarlet starlet and she’s in my bed
A candidate for my soul mate bled
Push the trigger and pull the thread
I’ve got to take it on the otherside
Take it on the otherside
Take it on
Take it on

Refrão
How long, how long will I slide
Separate my side, I don’t
I don’t believe it’s bad
Slittin’ my throat
It’s all I ever

Turn me on, take me for a hard ride
Burn me out, leave me on the otherside
I yell and tell it that
It’s not my friend
I tear it down, I tear it down
And then it’s born again

Refrão

How long I don’t believe it’s bad
Slit my throat
It’s all I ever

11

de
outubro

A Banda

Origem: EUA

| Red Hot Chili Peppers |

A banda formada no Estado americano da Califórnia surgiu em 1983. O Funk Metal foi um dos primeiro rótulos associado à banda. O Red Hot Chili Peppers gravou seu primeiro disco [Red Hot Chili Peppers] em 1994 e, criou um estilo [aliado com muita irreverência] próprio, atravessando os anos 90 como uma das grandes bandas do rock contemporâneo. Isto tudo é virtude do bem sucedido álbum ‘Blood Sugar Sex Magik’, de 1991. Que trouxe os hits "Give it Away" e "Under The Bridge". Na sua longa história, a banda teve um entra e sai de integrantes. Alguns tocando somente em turnês outros fazendo história junto à banda. Como Hillel Slovak, que entrou no grupo em 1983, saiu em 1984 devido a problemas com drogas e retornou em 1985, gravando os álbuns ‘Freaky Styley’[1985] e ‘The Uplift Mofo Paty Plan’ [1987]. Hillel Slovak morreu de overdose em 1988. Depois, em seu lugar entrou o John Frusciante. Este tocou nos álbuns ‘Mother’s Milk’ [1989] e ‘Blood Sugar Sex Magik’ [1991]. Saiu em 1992 e retornou 1999, já tocando no álbum ‘Californication’. Outro que fez parte da banda foi o ex-Jane’s Addiction, Dave Navarro. O guitarrista entrou no Red Hot Chili Peppers em 1993, tocou no disco ‘One Hot Minute’ [1995] e gravou com a banda a música "Love Rollercoaster" para a trilha do filme ‘Beavis e Butt-Head Detonam a América’, de 1997. Em 1999 Dave Navarro saiu da banda. Flea [baixo], John Frusciante [guitarra], Anthony Kiedis [Vocal] e Chad Smith [bateria] lançaram o oitavo disco de estúdio em 2002, o ‘By the Way’. Na turnê do disco a banda passou pelo Brasil. Não foi a primeira vez que o Red Hot Chili Peppers esteve no país. A banda tocou por aqui em 1993 [Hollywood Rock], 1999 [fazendo apenas um show] e 2001 [no Festival Rock in Rio].

::::. Discografia
Discos Cadastrados: 10
2006 - Stadium Arcadium

2003 - Greatest Hits

2002 - By The Way

1999 - Californication

1995 - One Hot Minute

1991 - Blood Sugar Sex Magik

1989 - Mother’s Milk

1987 - The Uplift Mofo Party Plan

1985 - Freaky Styley

1984 - Red Hot Chili Peppers

3

de
outubro

Poptronica

Quatro lançamentos recentes brindam os fãs da música eletrônica mais voltada para o lado pop. O combo britânico Asian Dub Foundation anuncia mudanças em sua formação e sonoridade. Já os franceses do Daft Punk fazem justamente o contrário e nada trazem de novo em suas repetições. A dupla americana Fischerspooner promove uma divertida festa electroclash cada vez mais fundamentada no rock. E o também americano LCD Soundsystem chega com um dos melhores álbuns da temporada. Textos de Abonico R. Smith.

Daft Punk, Asian Dub Foundation, Fischerspooner e LCD Soundsystem: quatro faces da poptronica

O ciclo de dez anos é vital para qualquer banda que consegue alcançar a estabilidade temporal. Depois de quatro ou cinco álbuns é sempre necessário reinventar-se sob a pena de cair na repetição e transformar-se em caricatura de si mesmo e nunca mais trazer para os fãs aquele gosto de novidade. A célula formada por Chandrasonic, Dr Das, Pandit G, Sanjay Tailor e Prithpal Rajput perceberam isso com seu Asian Dub Foundation. O grupo fez sua fama misturado as guitarras do rock, o groove frenético do drum’n’bass e letras de alta octanagem político-social [a banda foi formada por descendentes de indianos e adjacentes, que hoje formam um numeroso grupo espalhado pelas ruas de Londres]. As letras sobre racismo, preconceito, diferenças e injustiças permanecem como o avatar intocável do combo – afinal, em tempos bélicos como os atuais, assuntos como jogo de interesses econômicos do G-8, abuso de poder de ditadores mundiais e a situação de miséria de países como Paquistão e Bangladesh. Mas novos integrantes e sonoridades vieram para chacoalhar as bandeiras do ADF. Elementos jamaicanos [reggae, raggamuffin, dub] aparecem com mais nitidez. Contrastando com o hip hop do recém-chegado vocalista Spex aparece em Tank (EMI) o canto manso de Ghetto Priest, artista do selo On-U-Sound que faz essa ponte com a ilha caribenha – o timbre, por sinal, lembra muito o Horace Andy [colaborador freqüente do Massive Attack]. Adam Wren [engenheiro de som do Leftfield], sample descarado do funk carioca [na faixa “Powerlines”] e uma colaboração não creditada com Ben Watkins [membro do June Reactor] acrescentam novas nuances ao grupo. Destaques do álbum: “Who Runs The Place”, “Take Back The Power” e “Flyover”, o primeiro single extraído do disco.

***

Artistas plásticos que se encontram aprendendo sobre vídeo experimental na universidade de Chicago, Warren Fischer e Casey Spooner cercaram de expectativas o lançamento do novo álbum. Incluída na onda electroclash que varreu o planeta anos atrás, a dupla Fischerspooner soube enfrentar de cabeça erguida a síndrome do segundo álbum. Odyssey (Capitol/EMI) é tão bacana quanto o trabalho de estréia. Traz uma nova colagem de elementos e ingredientes que sempre funcionam nas pistas. Mas com uma sensível diferença: eles se cercaram de colaboradores como o engenheiros Nicholas Vernhes [Fiery Furnaces], a compositora Linda Perry [Courtney Love, Pink] e os produtores Tony Hoffer [Beck, Air] e Mirwais [Madonna] para elaborar as novas composições – tanto que Warren cuidou especialmente de elaborar um banco recheadíssimo de sonoridades orgânicas. Atmosferas pinkfloydianas, citações ao Who e New Order, referências pós-punk, letras sobre guerra [“We Need A War”] e um funkaço na melhor escola de Prince como o single “Never Win” são apenas alguns dos ingredientes que transformam o novo disco em uma grande e garantida festa.

***

Punk? Funk? Psicodelismo? Rock? House? New wave? Samba [!!!]? Sim, tudo isso e mais um pouco. Este é o projeto experimental [hoje nem tão experimental assim] LCD Soundsystem, criado pelo produtor e DJ [e ex-roteirista de séries de tevê, como Seinfeld] James Murphy, um nomes mais cultuados das pistas alternativas de hoje. Murphy possui um selo chamado DFA, considerado um dos mais importantes polos de produção musical de música contemporânea e um celeiro de produção disco-punk. Depois de emplacar vários hits de pista, ele acaba de estrear em álbum com um álbum duplo que leva também o nome de LCD Soundsystem (DFA/EMI). Além de transitar livremente entre vários estilos, o nova-iorquino sabe provocar. Em “Losing My Edge” James promove um longo discurso sobre o choque de gerações dentro do cada vez mais voraz e ágil panorama da música pop. Conta sua história e ainda revela sentir-se ultrapassado pela geração MP3, que troca de nova banda favorita como quem troca de roupa e ainda é capaz de descobrir mil e uma bandas ao mesmo tempo e gostar de todas elas. Já em “Daft Punk Is Playing At My House”, Murphy rende uma senhora homenagem a seus ídolos franceses, seja no groove arrebatador ou no fantástico videoclipe, cheio de citações ao histórico “Around The World” [cores, personagens, movimentos], que projetou mundialmente a dupla francesa. Apesar de ser duplo – faixas longuíssimas, versões dos singles – é um álbum que marcará o ano nas listas de melhores da temporada.

***

Por falar em Daft Punk, Thomas Bangalter e Guy Manuel de Homem Christo voltam com mais um álbum, o terceiro, gravado no estúdio caseiro da dupla “sem rosto”. Human After All (EMI) começa trazendo uma private joke no próprio título. Depois de tanto insistir na teoria de robotização da música pop, eles se auto-proclamam “humanos depois de tudo”. Mas fica por aí. Repetições melódicas, harmonias construídas através da colagem de loops e minimalismo extremo continuam pontuando o trabalho da dupla. Muitos podem considerar o trabalho como conceitual, criativo, abstracionista. Para outros, porém, os homens de vocoders e solinhos mecânicos de guitarra continuam soando muito chatos. Só que agora eles vêm com um ”plus”: os videoclipes, outrora inventivos, ficaram para lá de maçantes. Inclusive com aquela espécie de bebê-robô que fica repetindo mecanicamente – e sem qualquer intervalo – um monte de verbos.

fonte: site http://www.bacana.mus.br 

29

de
setembro

skinhead não é nazista

skinheads tradicionalistas não são neonazistas e nem todos são racistas.

todos imaginam que o movimento surgiu na alemanha, mas na verdade ele surgiu na inglaterra nos anos 60. A ideia era unir o pessoal q curtia raggae (inspirados nos rude boys jamaicanos), os torcedores fanaticos de futebol (os chamados hooligans), e os jovens operarios ( incluindo aí os chamados mods). Todos reunidos contra os hippies, seus cabelos compridos e seus discursos ingenuos.

naquela época, os jovens começaram a raspar a cabeça para ficarem diferente dos hippies, para poderem brigar sem problemas. Os coturnos são uma herança operária.

os skinheads curtiam- e curtem- inumeros genios musicais, os mais comuns são ska e punk dos anos 70.

o ska surgiu na jamaica na decada de 70. E agita nossas noites de sexta feira ate hoje.

viva a liberdade SKINHEAD

OI! OI! OI!

26

de
setembro

Manda A ver!!

Cada semana iremos falar de um assunto diferente, essa semana é o punk aqui vai a letra de uma musica estilo punk para vocês conhecerem a tradução.

Sex Pistols - God Save The Queen (Deus salve a rainha)
Deus salve a rainha
O regime fascista
Fez de você um retardado
Bomba-H em potencial

Deus salve a rainha
Ela não é um ser humano
Não há futuro
Nos sonhos da Inglaterra

Não diga o que você quer
Não diga o que você precisa
Não há futuro, não há futuro
Não há futuro para você

Deus salve a rainha
Nós queremos dizer isso, cara
Nós amamos nossa rainha
Deus salve

Deus salve a rainha
Porque turistas são dinheiro
Nossa revolta
Não é o que ela parece

Oh, Deus salve a história
Deus salve a nossa parada louca
Oh, Senhor Deus tenha piedade
Todos os crimes são pagos

Quando não há futuro
Como podemos estar em pecado?
Nós somos as flores no chiqueiro
Nós somos o veneno em seu sistema
Nós somos o futuro, você é futuro

Deus salve a rainha
Nós queremos dizer isso, cara
Nós amamos nossa rainha
Deus salve

Deus salve a rainha
Nós queremos dizer isso, cara
Não há futuro
Nos sonhos da Inglaterra

Sem futuro, sem futuro
Sem futuro para você
Sem futuro, sem futuro
Sem futuro para mim

Sem futuro, sem futuro
Sem futuro para você
Sem futuro, sem futuro
Sem futuro para você
Sem futuro, sem futuro para você

25

de
setembro

Estilos musicais : punk

O punk não é só um estilo musical, é um estilo de vida . O punk nasceu aproximadamente em 1975 e teve várias bandas que espalharam as musicas pelo mudo . Entre elas as que mais se destacaram foi os Ramones e os Sex pistols. Com seu estilo independente e rebelde , ainda hoje o punk tem milhares de fãns no mundo !

25

de
setembro

Nosso Hino

ninguem vai legisla sobre a minha liberdade

diciplina minha conduta minha vontade

cuspir em cima do que você respeita

abraçar aquilo que você rejeita

fazer da vida algo mais do que uma mortalha

disparos de combate tiros de batalha

morre de peito aberto com a cabeçla erguida

o cansaço da lugar a força da batida

liberdade é combate

alegrar-se é saber

que a vida é necessidade

entregar-se é morrer

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